O Cofre de Roma · Guia Civilizações Perdidas
As 5 regras que as famílias usaram pra atravessar a queda de Roma, aplicadas à sua ficha de bens em oito frentes.

Custa menos que a taxa de um único papel esquecido.
Acesso imediato. Em vinte minutos a ficha vira mapa.
Do time da news Civilizações Perdidas, no seu email todo dia às 20h20.
Por dentro do guia








Leia antes de pagar
Uma das oito frentes do patrimônio, exatamente como aparece no miolo. As outras sete vêm com o guia.

Em 64 d.C. , o denário saiu da casa da moeda com o mesmo nome, o mesmo desenho e o mesmo valor de face de sempre. O peso e o teor de prata tinham caído.
O denário de Augusto, Calígula e Cláudio era prata essencialmente pura, sem metal adulterante adicionado de propósito. A reforma de Nero reduziu peso e teor. Sob Septímio Severo e Caracala, a moeda cai para a faixa de 46% a 48% de prata. Em 215 d.C. , Caracala introduz o antoninianus , tarifado acima do denário e sem prata proporcional. Nas emissões finais de Galiano e de Cláudio II, entre 260 e 270, a moeda é bronze argentífero com menos de 5% de prata.
Quatro séculos, o mesmo nome. A reforma de Aureliano, em 274 d.C. , traz moedas marcadas XXI, leitura corrente como 20 partes de cobre para uma de prata. Nenhuma das quedas de teor aparecia no rótulo, e quem carregava o patrimônio inteiro numa moeda de pagador único não tinha como acompanhar o conteúdo pelo nome. As medições vêm da numismática metalúrgica, em Gitler e Ponting e em Kevin Butcher.
O padrão sempre foi esse, e ele não pede data. A conta da frente 01: quanto do seu patrimônio deixa de existir se uma única instituição, um único contrato ou um único pagador parar de honrar.
A concentração não se esconde atrás de nada. Ela se esconde na comodidade: tudo num lugar só, um aplicativo, um extrato bonito e uma conta fácil de acompanhar. O que parece organização é dependência com boa apresentação.
A medida cabe numa pergunta com resposta em reais: quem responde pelo seu dinheiro se a casa parar de honrar. Produto é o nome do contrato, contraparte é quem promete pagar, e quatro linhas com nomes diferentes podem ter uma promessa só por trás.
Liste cada valor aplicado e agrupe por contraparte, não por produto . Contraparte é quem responde pelo dinheiro quando alguém precisa pagar.
Some a maior contraparte e divida pelo patrimônio declarado na sua ficha de bens e direitos. Dependência que não vira número continua sendo sensação.
Confira quem é o controlador de cada instituição e onde fica o domicílio do contrato. Duas marcas do mesmo grupo contam como uma contraparte.
Pergunte se a sua diversificação é de produto ou de contraparte . Só a segunda reparte dependência.
O gesto é curto e cabe numa semana. Repartir não muda o que você tem, muda quantas decisões alheias precisam dar errado para o patrimônio inteiro parar.
Onde havia uma contraparte passam a existir duas, e a conta passa a se medir em reais em vez de sensação. A repartição não promete ganho nenhum. Ela reduz o tamanho do estrago possível quando uma decisão de terceiro não sai como combinado.
Marcelo, 48 anos, engenheiro civil em Belo Horizonte, tinha R$ 175 mil aplicados numa instituição só, dentro de um patrimônio declarado de R$ 800 mil. Quatro produtos, um extrato, uma contraparte.
A concentração cresceu sozinha, produto a produto, na casa mais cômoda de acompanhar. Ele levou parte do valor para uma segunda custódia, com controlador e domicílio diferentes, e passou a ter duas contrapartes onde havia uma.
A instituição defende com mais força onde ganha mais. Responda curto e cordial: quem explica demais abre espaço para contraproposta.
Antes, uma contraparte carrega o valor inteiro
O método Mapear, Separar, Guardar
A linha exata da ficha de bens onde a frente age, com a conta fechada em reais.
O passo a passo pra soltar o bem: o que medir, o que registrar, o que pedir por escrito.
Quando a instituição ou o parente empurra de volta, a fala exata pra responder. Copiável na versão web.
Você executa junto com o Marcelo: engenheiro civil de 48 anos, R$ 800 mil declarados, o dinheiro numa instituição só, a terra sem cerca, um inventário parado. Cada frente mostra onde a dependência agia no caso dele antes de você procurar na sua ficha. No fim, o placar fecha os R$ 800 mil com cada real passando por uma frente só.
O que você leva por R$ 27
Link permanente pra ler no navegador, com planilha viva e botões de copiar, e o PDF pra guardar e imprimir.
Reparta, produza, prove, carregue e transmita numa página só, imprimível. Risca uma por uma com a ficha de bens aberta.
Digita o valor de cada frente e vê quanto depende de um ponto único. O total do Marcelo vem de referência.
O texto exato pra pedir a transferência, a certidão do inventário, o papel do combinado e a conversa da transmissão. Botão de copiar ao lado de cada uma.
R$ 27 pra tirar o patrimônio de um ponto único. Pagamento único, sem assinatura.
Quero o guia · R$ 27Enquanto a ficha não é lida, o ponto único segue de pé.
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